The tree of life, a infância, a nostalgia, a consciência da perda.

Uma experiência quasi-corpórea da infância e uma direcção absolutamente maravilhosa. A câmara faz travelings contínuos atrás daqueles por quem está sofregamente interessada e detém-se, não raras vezes, nos detalhes caleidoscópicos (uma mão, uma sombra, água) onde toda a infância e toda a transcendência da vida aparecem reflectidas. É um filme da alma visto através do corpo. É uma elegia à infância e à nostalgia. É um filme que quase, quase consegue chegar aos planaltos da sua monumental aspiração. A ver, no cinema, absolutamente.

Uma resposta to “The tree of life, a infância, a nostalgia, a consciência da perda.”

  1. ccf Says:

    Absolutamente!!!
    ~CC~


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